Qual a importância do Código de defesa do consumidor?
O Código de Defesa do Consumidor visa proteger os direitos daqueles que adquirem produtos e serviços. Sua importância é enorme, uma vez que os clientes são considerados a parte vulnerável nas relações de consumo.

O Código de Defesa do Consumidor visa proteger os direitos daqueles que adquirem produtos e serviços. Sua importância é enorme, uma vez que os clientes são considerados a parte vulnerável nas relações de consumo.
Bem como, podem ser lesados por
práticas abusivas, tanto por parte de empresas quanto de fornecedores. É como
fazer a impermeabilização de laje para garantir que não tenham infiltrações.
Criado em 1990, o CDC estabelece,
além de outros detalhes, o direito à informação clara e adequada sobre produtos
e serviços, à proteção contra práticas abusivas, à segurança e à qualidade dos
produtos e serviços.
E não para por aí, já que existem, em suas linhas, regras para a relação entre fornecedores e consumidores, como o prazo para entrega de produtos, o direito à garantia e a forma de pagamento. Neste artigo, vamos conferir sua importância e alguns de seus principais tópicos.
Qual a importância do Código de defesa do consumidor?
O Código de Defesa do Consumidor,
instituído em 1990, é uma das leis mais importantes do país e está ligada à
defesa dos direitos básicos dos consumidores, como a garantia da segurança,
qualidade, informação e livre escolha em relação aos produtos e serviços
oferecidos pelo mercado.
A Lei, de número 8078/1990, em seu
Artigo 4º, cita que: “A Política Nacional das Relações
de Consumo tem por objetivo o atendimento das necessidades dos consumidores, o
respeito à sua dignidade, saúde e segurança, a proteção de seus interesses
econômicos, a melhoria da sua qualidade de vida, bem como a transparência e
harmonia das relações de consumo”.
Ou seja, ele é uma espécie de pedestal de sinalização e define claramente quais são as obrigações dos
fornecedores em relação à oferta de produtos e serviços, tais como a
obrigatoriedade no que diz respeito à qualidade e a necessidade de fornecer
informações claras e precisas.
Há estabelecimento de regras para a
garantia dos produtos e serviços, permitindo que o consumidor possa fazer valer
seus direitos em caso de defeitos ou problemas com os produtos, ou serviços
adquiridos.
Quanto às punições, elas variam de
multas a suspensão das atividades, dependendo da gravidade da infração. Tudo
porque, da mesma forma que existe uma empresa de impermeabilização coerente
com a ética e que entrega o trabalho de impedir a passagem de água de um
ambiente para outro com perfeição, há aquelas que não dispõem da mesma
seriedade.
Esta é uma ferramenta que permite a defesa dos direitos dos consumidores, a geração de mais poder de negociação e decisão em relação às suas escolhas de consumo. Enfim, o CDC estimula a concorrência justa, tornando o mercado mais equilibrado e oferecendo ao consumidor opções mais vantajosas.
Três principais tópicos do CDC
O Artigo 6º da Lei, em seus dois
primeiros itens, dita que são direitos básicos do consumidor, “a proteção da vida, saúde e segurança contra
os riscos provocados por práticas no fornecimento de produtos e serviços
considerados perigosos ou nocivos”; e
“a
educação e divulgação sobre o consumo adequado dos produtos e serviços,
asseguradas a liberdade de escolha e a igualdade nas contratações”. Por
isso não devemos esquecer destes e nem desses outros tópicos abaixo:
●
Direitos básicos do consumidor: O Código de Defesa do
Consumidor estabelece uma série de direitos básicos para os consumidores, como
o da informação adequada, o de proteção contra publicidade enganosa e abusiva,
bem como da qualidade dos mesmos.
Comparativamente, assim como o alpinismo Industrial precisa
de todos os equipamentos para proteção dos profissionais, que lavam janelas de
edifícios altíssimos, aqui também devemos fincar a segurança como primordial.
Eles estabelecem uma relação mais
justa e equilibrada entre fornecedores e consumidores;
●
Responsabilidade do fornecedor: Com a chegada do CDC,
frisou-se que o fornecedor é responsável pelos danos causados aos consumidores
em razão de defeitos nos produtos e serviços que oferece.
Isso significa que há essas garantias
e que, se algo ocorrer, devem responder pelos danos causados. Essa
responsabilidade é importante, pois gera uma concorrência saudável e pautada
pela ética profissional;
●
Práticas abusivas: O Código de Defesa do Consumidor
proíbe uma série de práticas abusivas por parte dos fornecedores, como a
imposição de cláusulas contratuais abusivas, a cobrança de taxas indevidas e a
publicidade enganosa.
Com tudo isso dito, não dá para
negar que a Lei é uma vitória, pois, garantidamente, todos somos consumidores
em algum momento de nossas vidas. Enfim, trabalhe com cautela e levando em
consideração a felicidade dos clientes e terá vida longa.
Este artigo foi escrito por Éder Pessôa, criador de
conteúdo do Soluções Industriais
