Fonte: Luiz Flávio Gomes
Postado em 15 de Março de 2013 - 11:50 - Lida 667 vezes
Direito de perguntar
As contradições, imprecisões e omissões servem de base à defesa para plantar dúvidas nas cabeças dos jurados
Por que os defensores indicaram um policial e um perito, com fortes incriminações contra o réu, para serem ouvidos como testemunhas de defesa no plenário do júri? Não se trataria de um ato suicida? Dois motivos para entender isso: (a) são incontáveis os indícios contra Mizael, cuja situação processual, até aqui, é totalmente desfavorável, e (b) a sua radical tese defensiva, negativa de autoria, que significa ganhar ou perder tudo. A terra encontrada no sapato do acusado era compatível com a da ...

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