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JMM Advogado20/11/2007 11:21
E é porque dentro do sistema, não é mais que uma Juíza do Trabalho, imagine se fosse uma Ministra do STJ, TST ou STF. A OAB deveria representar no CNJ. Atitudes como esta são descabidas e desnecessárias. Ela deveria ler o art. 5.º da Sagrada CF.
Leandro Vaz da Fonseca Advogado20/11/2007 12:23
Tão belas palavras, tanta presunção absoluta acerca do próprio conhecimento da norma jurídica (para não dizer outra coisa)... para ao final, desapontar a todos, ao deixar bastante evidente seu desconhecimento do que reza o art. 5º, CF. Faltou apenas uma declaração de que detém poderes sobrenaturais e domínio absoluto sobre os fenômenos metafísicos! Um pouco de humildade nunca fez mal a ninguém "Excelência"; pelo contrário, dignifica o ser humano, independentemente de ser ele um cidadão comum ou magistrado.
WALTAMIR LEOCADIO DA SILVA advogado21/11/2007 13:37
Não há muito o que discutir sobre os poderes de que dispõem os juízes. Exercem eles função da mais alta responsabilidade em um Estado de Direito. O que tem de "absoluto" se relativiza, ante sua responsabilidade.
Germano Ramalho Professor Universitário25/11/2007 12:39
Entendo que a magistrada em questão precisa reavivar o que representa O PODER (suas razões e o seu uso para nao desaguar no ABUSO). Essa prepotência identificada em alguns Agentes Públicos com atuação na magistratura nacional precisa ser alvo da atuação do Conselho Nacional da Magistratura, estimulando ou determinando (talvez determinar caiba melhor), cursos de atualização para juizes que se consideram detentores de conhecimentos juridicos suficientes para agir apenas pelo fato de terem passado pela Universidade e praticado alguns processos em tempos idos na qualidade de ainda advogados. Há uma mudança radical na compreensão do Direito. Não se pode suportar ações tipicamente processualistas dos nossos magistrados que historicamente costumam dar mais atenção as técnicas dos conlfitos do que propriamente ao direito dos que reclamam a proteção do Estado. Juiz é ser humano como outra pessoa qualquer e em plena evolução do estudo sobre Direitos Humanos e Poderes Politicos nao se concebe que uma representante do Poder Judiciário se alto defina como ser humana acima do bem e do mal. Como paraibano e professor de direito que orgulhosamente sou, peço encarecidamente a compreensão do povo brasileiro por tão infeliz momento desta cidadã.