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Waldir Dias de Abreu advogado01/05/2006 18:13
Esse estuprador não precisa ficar preocupado com sua situação, pois de acordo com julgamentos recentes, o condenado, mesmo por crime hediondo, tem direito a progressão da pena, ou seja, cumprida ínfima parte da condenação, estará novamente em casa, molestando suas filhas. Estas sim, carregarão pelo resto de suas vidas, o trauma imposto pelo monstro-pai. Por fim, apenas uma pergunta: cadê os representantes dos direitos humanos para amparar essas vítimas?.
Norberto de Almeida Ribeiro assistente jurídico27/04/2007 12:05
Este é um caso de deixar qualquer um absolutamente chocado. Mas precisamos analisar muitas cousas para chegarmos a um caso concreto. vejamos: o que se esperar de uma pessoa que não vive como ser humano? Para nós educados e com um mínimo de cultura, este crime é repulsivo. Mas e para este homem que vive como bicho?Será que ele possui o mesmo discernimento que nós? O mesmo acontece com aqueles casos de ladrões que são de famílias tradicionais e aqueles que são criados vendo seus pais baterem em suas mães, que moram em condições subhumanas, que passam fome, que se fartam de ver seu pai, isto quando tem um, ou sabe quem é o seu, quando este não esta preso.Não deveria haver uma espécie de inimputabilidade para estes tipos de criminosos?Não deveria haver uma junta de psícologos e assistentes sociais para avaliarem cada caso em concreto, para após submeter esses seres ao crivo do judiciário? É um caso lamentável este, mas aos olhos de pessoas que possuem um pouco de cultura,um minímo sequer,é um caso de se pensar e refletir... para quem é criado "como se bicho fosse" sem as garantias individuais e sociais que o Estado tem por obrigação dar aos seus, é um caso bastante complicado.Penso que não faremos um julgamento correto neste caso sem levarmos em conta o caso em concreto.