Suspeito de montar falso site de compras vai responder em liberdade
Rapaz de 21 anos não foi preso em flagrante. Confira lista de empresas na internet com problema na entrega
O rapaz de 21 anos preso nesta segunda-feira (2) por suspeita de montar um site falso de compras em São Paulo vai responder pelo crime de estelionato em liberdade. Isso acontece porque não ocorreu nenhum flagrante. A polícia ainda investiga se outras pessoas participavam do golpe.
Desde que a loja virtual começou a funcionar, em janeiro, pelo menos 50 pessoas caíram no golpe, segundo a polícia. Para atrair seus clientes, o site oferecia eletroeletrônicos com preços em média 30% mais baratos do que o oferecido no mercado, boleto por e-mail e entrega pelo correio. As vítimas pagavam os boletos, mas não recebiam os produtos.
Para dificultar e evitar o rastreamento, o criminoso realizava a movimentação do site a partir de lan houses espalhadas por toda a cidade de São Paulo. A conta bancária onde o dinheiro das compras era canalizado continha dados incorretos de endereço.
Policiais civis da Delegacia de Repressão a Delitos Cometidos por Meios Eletrônicos, do Departamento de Investigações sobre Crime Organizado (Deic), pesquisaram as constantes transferências de dinheiro para diversas contas após a denúncia de um cliente, que ajudou a polícia. Segundo os policiais, nos últimos 30 dias nenhum produto vendido foi entregue.
Uma das dicas do Procon para os consumidores é sempre pesquisar o registro da loja virtual antes de fazer qualquer compra pela internet. O órgão divulgou em seu site dicas de segurança nas compras e uma lista de empresas com as quais consumidores já tiveram problemas.

Claudio Palma ADVOGADO04/05/2011 22:38
Tudo isso e nem uma linha com o nome do site falso. É ruim, heim?
seu nome sua profissão05/05/2011 0:26
está a lista com o nome das empresas na internet com problemas de entrega. Claudio Moura - aposentado
Robson S. Q. da Silva Consultor05/05/2011 9:46
Concordo com a lamentação do Dr. Cláudio. Além da informação, por ser assunto de interesse público, pelo menos o site trambiqueiro deveria ser divulgado, porque até a conclusão do inquérito, muitas outras pessoas cairão no golpe. O jornalismo tem também o dever de orientar sua clientela e não apenas noticiar genericamente um fato, deixando no final, a possibilidade de envolvimento de novos incautos. No caso do menor de idade, até se compreende a não divulgação do nome, por uma questão legal; mas o endereço da loja virtual não violaria qualquer sigilo do envolvimento dos responsáveis.
Robson S. Q. da Silva Consultor 05/05/2011 9:54
Corrigindo o terceiro parágrafo acima, para: \\\"No caso de menores de idade ou de outros partícipes\\\", até se compreende a não divulgação do nome, por uma questão legal ou de preservação de investigações; mas o endereço da loja virtual não violaria qualquer sigilo do envolvimento dos responsáveis\\\"...
júlio rodrigues engenheiro05/05/2011 23:48
O único mecanismo para dar credibilidade a compras vias Internet é a divulgação do CNPJ, CPF e CEP, endereço de(os) responsáveis (vendedores e divulgadores, assim como aqueles que financiam os vendedores tipo Oba box, TodaOferta, e principalmente do Mercado Livre). E último caso no caso de tranferência ou dépósito em conta, antes da entrega da mercadoria o depositário deve receber o CPF no mínimo do responsável pela ou pelas contas bancárias
Osmar Fernandes empresário11/05/2011 10:11
Isso é uma vergonha, o G1 que publica uma notícia destas sem nominar o site, presta um grande desserviço aos consumidores, pois o site piraqueiro pode prefitamente estra em plen atividade, aumentando as suas vitimas. deveria quem publicou a notícia sem identificar o site, en.... a mesma noutro lugar.